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DIETA NAS DOENÇAS |
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ESOFAGITES
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Inflamação
do esôfago |
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Causa mais freqüente - refluxo gastro-esofágico
Tem como bases: a – irritação medicamentosa, b – doença do refluxo |
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Fase aguda – dieta liquida alcalina com leite e derivados, pastosa com mingaus, purês sucos não ácidos (manga, pêssego, uva) dieta fracionada.
Fase crônica – dieta fracionada não ácida, sem irritantes como café, chá preto, bebidas alcoólicas, temperos fortes (pimenta, mostarda, ketchup, molho inglês), frutas ácidas e
controlar a temperatura dos alimentos.
Não tomar sopa a noite e nem ingerir muitos líquidos após 20 h para controlar o refluxo noturno. |
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GASTRITES |
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Inflamação do estômago |
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Causas mais freqüentes – excesso de ácido e bactéria h.pylori.
Tem como bases:
a – irritação alimentar,medicamentosa e fatores externos,
b – desequilíbrio binômio agressão ácida/sistema defesa. |
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Fase aguda – semelhantes às esofagites.
Fase crônica – retirar todos os irritantes da mucosa, igual as esofagites, f racionar a alimentação, usando de preferência os alimentos alcalinos, leite e derivados carnes magras (ave e peixe) ovos, pães, biscoitos, leguminosas,vegetais cozidos e refogados, frutas não acidas. |
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DISPEPSIAS |
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Má digestão |
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Causas mais freqüentes – bactéria h.pylori, desorganização das contrações gástricas com lentidão. Causas locais ou gerais (prisão de ventre, diarréia, diabetes, doenças metabólicas).
Tem como bases: há uma sensação de empanzinamento.
Fracionamento alimentar - comer de 3/3 horas alimentos mais pastosos e menos gordura, que é o ultimo alimento a sair do estômago, mastigar bem os alimentos, comer lentamente, não falar muito nas refeições, diminuindo a deglutição de ar, aerofagia, fenômeno muito comum nas dispepsias e ingerir no máximo meio copo de água.
Não tomar bebidas gasosas nas e fora das refeições. |
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ÚLCERAS GÁSTRICAS E DUODENAIS |
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Causas: apesar de reconhecerem mecanismos causais um pouco diferentes, o produto final é uma lesão ulcerada. As duodenais em 90% dos casos são h.pylori dependentes e
as gástricas é mais um desequilíbrio entre o binômio ácido/defesa com diminuição da camada protetora do estômago.
Tem como bases:
Duodenal – retirar todos os irritantes gástricos, estimulantes da acidez como: café puro, chá preto, bebidas alcoólicas, refrigerantes escuros, pimenta, mostarda, catchup, pickles, molho inglês, pimentão, enlatados, frituras, laranja ácida, limão, kiwi, abacaxi, maracujá, morango, acerola.
Gástricas – usar protetores gástricos, a base de alcalinos, mingaus, pastosos e os mesmos irritantes da duodenal. |
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FLATULÊNCIA |
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Sinônimos: meteorismo, distensão gasosa, excesso gases, distúrbio nas contrações do intestino delgado causas mais freqüentes:
1 – intolerância alimentar: as mais comuns são alho, cebola, pimentão, leite e derivados (veja capitulo próprio), leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, vagem), repolho, couve-flor.
Correção – retirar o agente causador
2 – dismotilidade (desorganização das contrações do intestino delgado) impedindo a reabsorção gasosa habitual da combustão dos alimentos – causa mais freqüente, s.i.i.
síndrome do intestino irritável.
Dieta – como o intestino esta irritado,contraindo muito, retirar os peristálticos, que aumentem as contrações. Temperos fortes, laranja, manga, verduras, fibras (granola, aveia, farelo, germe de trigo, linhaça, etc.)
Usar reguladores banana, maçã, goiaba, melancia, melão, abacaxi bem maduro.
Observação: quadro de difícil solução que depende de uma grande interação médico/paciente/nutricionista. |
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CÓLON IRRITÁVEL |
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Três tipos: |
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1 - hipertônico – cursa com prisão de ventre, fezes duras, pequenas, devido a espasmos na região da sigmóide, segmento final do intestino grosso precisa de grande quantidade de fibras, elementos constituintes dos vegetais que não são desdobrados no aparelho digestivo.
Correção com verduras cruas e cozidas, legumes, frutas com cascas, milho, quiabo, jiló maxixe, palmito, cereais integrais, arroz integral, aveia, granola, farelo e germe de trigo, linhaça.
Aumentar o consumo de líquidos, 2 litros dia.
Evitar: banana, goiaba, maçã, caju, batata inglesa, chá preto, café e temperos fortes que pioram a contração.
Atenção – nunca usar laxantes sem orientação médica. |
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2 – atônico - prisão de ventre. Falta de contrações por deficiência de uma substância encarregada das contrações intestinais. Dias e dias sem evacuar, abdome não se mexe.
Aparece cedo na juventude e não responde a ingestão de fibras e líquidos.
Dieta – alimentos peristálticos como laranja, mamão, manga, ameixas, iogurtes específicos na maioria das vezes só responde com fitoterápicos específicos que necessitam de receita e avaliação medica.
Esse é o intestino preguiçoso de outrora, de difícil manejo e acompanhamento. |
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3 – hipotônico – cursa com diarréia. Um horror, grande insegurança do portador, não formação de fezes e as evacuações podem variar de 2 a 10 vezes ao dia com fezes fragmentadas, muitas vezes diarréicas. É uma das piores síndromes do intestino irritável que o portador passa a viver em função do banheiro.
Diagnóstico clínico por médicos experientes e manejo alimentar tirando os alimentos peristálticos do anterior e colocando cosntipantes como: banana, maçã, caju, goiaba, batata inglesa, cenoura, arroz, mucilon, carne magra. Na maioria dos casos necessita do uso de reguladores do ritmo intestinal, os procinéticos para controle do quadro. |
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GORDURA VISCERAL-SÍNDROME METABÓLICA |
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Está na ordem do dia o acúmulo de gordura no abdome, máximo de perímetro desejado para a mulher 80cm e 88cm para o homem. Leva a um aumento considerável de deposição dessa gordura nas vísceras principalmente fígado e pâncreas e há um aumento importante da incidência de diabetes, hipertensão arterial e infarto miocárdico.
São as doenças do sobrepeso com toda a sua gama de alterações éticas, sociais, pessoais e de saúde.
Entramos no capítulo das dietas hipo-calóricas, hoje muito auxiliadas por medicações fitoterápicas e medicamentosas que impedem a absorção de cerca de 60% das gorduras e hidratos de carbono. O cálculo do sobrepeso é feito pelo índice de massa corporal que é calculado usando o peso e a altura, alem dos índices de massa gorda, pregas gordurosas que auxiliam muito na avaliação desses pacientes.
Essas dietas têm que ser individualizadas feitas por médicos ou nutricionistas.
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